Por Pe. Márcio Fabri dos Anjos

Sabia que é preciso ter uma boa dieta digital? Os aparelhos digitais oferecem nutrientes para nossa vida mental, corporal e relacional.

Mas a dieta faz a diferença. É igual à comida comum. O que se come, o modo e o quanto podem tornar a alimentação prejudicial. Muitas doenças na atualidade estão vindo de formas incorretas no uso de aparelhos digitais. A OMS – Organização Mundial de Saúde, da ONU, faz várias recomendações sobre essa dieta digital, começando pelas crianças. Vamos ver umas dicas da OMS.

Regular a fase da vida com o tipo de e quantidade de alimento

Isso vale para os alimentos normais e digitais. Assim como a criança engasga fácil com alimentos sólidos, crianças de até um ano não devem olhar para telas digitais. Precisam se alimentar de movimentos e relações exploratórias no mundo real em que estão entrando. E depois até os 5 anos não devem ter mais do que uma hora por dia de telinha. Precisam de movimentação e de relações interativas com pessoas concretas. Assim podem crescer com a mente aberta e com boa saúde física.

Combinar atividades físicas e mentais

Corpo e mente precisam de exercícios e de descanso. Então adultos e ainda mais as crianças devem ter cada dia boas horas distantes de digitais, para não comprometer a saúde. Outra coisa é dosar o uso passivo de digitais, isto é, quando só assistimos e não interagimos. Nossa mente se torna sedentária e candidata à demência. Ou então fazemos quase sempre o mesmo, nossa versatilidade fica pequena.

A dieta de qualidade dá o toque final 

Vale o provérbio “dize-me com quem andas e dir-te-ei quem és”. A telinha não pode polarizar a vida. Diz a OMS: durantes as refeições não! E seu uso não dispensa as normas básicas de atenção às pessoas presentes. E nas postagens, o respeito é básico. Os digitais são um presente de Deus que nos fez inteligentes. No uso deles mostramos a dignidade de quem somos.

Fonte: Revista de Aparecida