A dupla sertaneja Matheus Minas e Leandro esteve presente na festa junina da Ana Maria Braga! No vídeo é possível ver a Ana Maria Braga agradecendo a dupla pela presença e pela música que animou a festa.

Matheus Minas e Leandro também estiveram na festa de 30 anos da ABAP. Para ver as fotos, é só clicar no botão do banner na página inicial do site.

Agora a dupla vai animar novamente os associados da ABAP na festa julina, dia 27/07, no Estância Alto da Serra.

Para se inscrever, ligue: 11 4468-1314.

Teremos comidas típicas, torneio de truco, concurso do casal com o melhor traje “Julino”, correio elegante, quadrilha, apresentação de forró e mais! Haverá transporte gratuito para São Bernardo do Campo, São Paulo, Santo André, Santos, Praia Grande e São Vicente. 

Associados: R$50,00

1º acompanhante: R$70,00

Demais convidados: R$100,00

O valor poderá ser dividido em até 4 vezes. 

 INSCREVA-SE! 

 

 

Falta muito pouco para que despesas com cuidadores de idosos e atividades de assistência a idosos prestadas em residências coletivas e particulares possam ser deduzidas do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF). O Projeto de Lei 9981/18, da deputada Norma Ayub (DEM-ES), acabou de ser aprovado pela Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados, e agora segue para as comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

O texto, que altera a Lei 9.250/95, que trata do IRPF, é um substitutivo do deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ), que também incluiu as despesas com ILPIs (Instituições de Longa Permanência para Idosos) entre aquelas passíveis de dedução.

Como funciona hoje

Pela regra atual, os contribuintes podem deduzir apenas pagamentos feitos a médicos, dentistas e próteses dentárias, fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, serviços radiológicos, exames laboratoriais, aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas como despesas relativas à saúde.

Caso seja aprovada, a lei entrará em vigor no dia 1º de janeiro do ano seguinte à sua publicação.

Fonte: Instituto Mongeral Aegon

Médica alerta para o crescimento no número de casos de doença renal crônica, condição que abala a saúde e a qualidade de vida

Nas últimas duas décadas, o Brasil viu o número de pessoas com doença renal crônica triplicar. Hoje mais de 120 mil cidadãos fazem diálise no país e estima-se que pelo menos 25 mil deles morram por ano. As alarmantes estatísticas brasileiras não destoam do resto do mundo. Calcula-se que 850 milhões de pessoas em todo o planeta são acometidas de algum comprometimento renal — são 2,4 milhões de óbitos por ano, o que coloca a doença renal como a 11ª causa de morte global.

Diante dessa epidemia, a sociedade médica internacional vem tentando chamar a atenção da população para essa dupla de órgãos tão vital à saúde e, no entanto, frequentemente esquecida. Além de remover resíduos e fluidos extras do sangue, os rins têm a tarefa de controlar o equilíbrio químico do corpo, ajudar no balanço da pressão arterial, conservar os ossos saudáveis e produzir o hormônio eritropoietina, necessário para manter os níveis dos glóbulos vermelhos e evitar a anemia.

O grande desafio da doença renal é que, em suas fases iniciais, ela é assintomática. Uma pessoa pode perder 90% das funções desses órgãos sem sentir nada. Somente em estágio avançado é que alguns sinais costumam aparecer, caso de inchaço, fadiga, diminuição de apetite, soluços, redução do volume de urina, entre outros.

Falamos de um problema que, a rigor, não tem cura, o que faz com que os pacientes necessitem de cuidados pela vida toda. Embora a qualidade do tratamento tenha avançado muito nos últimos anos, uma diálise individualizada e de qualidade ainda não é acessível a todos aqueles que precisam, assim como nem todos conseguem usufruir de um transplante de rim.

Como a prevalência da doença renal está aumentando drasticamente, o custo de tratamento dessa epidemia crescente representa enorme carga nos sistemas de saúde de todo o mundo. Na Inglaterra, o valor desembolsado no tratamento da condição já supera o custo dos cânceres de mama, pulmão, cólon e pele juntos. Na Austrália, o custo de tratar todos os casos atuais e novos até 2020 está estimado em 12 bilhões de dólares. Nos Estados Unidos, por sua vez, a despesa com o tratamento deve exceder 48 bilhões de dólares por ano.

A melhor estratégia para redução de custos e danos aos pacientes é a prevenção. O alerta é para que os países invistam mais nesse aspecto e tornem o rastreio de doenças renais um cuidado primário com a saúde, incluindo acesso a exames de sangue (creatinina) e urina (EAS). O diagnóstico e o tratamento precoces podem evitar ou retardar que as doenças renais evoluam para estágios mais graves, que necessitam de diálise ou transplante.
Pessoas com hipertensão e diabetes devem ter atenção especial, já que esses problemas são as principais causas da doença renal hoje. Portanto, proteger-se delas e manter uma dieta equilibrada e um estilo de vida saudável também é uma forma de cuidar bem dos rins.

* Dra. Ana Beatriz Barra é nefrologista, mestre pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e gerente médica da Fresenius Medical Care

Fonte: Saúde Abril